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Safari 5, mais do que um simples update...

A nova versão do Safari, o browser web da Apple baseado no Webkit é mais do que um simples update, com mais algumas funcionalidades, por parte da Apple. É igualmente uma release em que foram resolvidos mais de 48 problemas de segurança no browser web, inclusive aqueles que haviam sido explorados no último PwnOwn.

Não apenas por isto, mas também, o upgrade da versão do Safari deve ser obrigatório.

Gerir passwords e identidades...

À medida que o número de aplicações web em que nos vamos registando vai aumentando, o número de passwords que precisamos de nos lembrar aumenta igualmente. A solução mais simples e ao mesmo tempo menos segura para resolver este problema é usar sempre o mesmo nome de utilizador e de password para todos estes serviços, mas nem sempre é possível usar esta técnica.


Para um utilizador Mac, existe um software muito bom, que dá pelo nome de 1Password, que se pode integrar facilmente com o browser web (e com outras aplicações de Desktop), e que permite efectuar uma gestão muito boa das passwords que o utilizador tem que gerir.


Esta aplicação 1Password, para além de gerir as passwords do utilizador permite ainda o preenchimento automático de formulários na web a partir de informação que está armazenada no perfil do utilizador - um excelente time and memory saver na minha opinião. Acresce o facto que o 1Passwd funciona com quase todos os browsers web disponíveis para a platforma Mac OS X (Safari, Firefox, Camino, Flock, ...), e integra-se perfeitamente na sua interface. Por outro lado, sempre que precisar de criar uma nova password, o próprio 1Passwd pode criar uma password por si, gerando-a a partir de um conjunto de parâmetros definidos pelo utilizador.


As principais desvantagens do 1Password é que se trata de uma aplicação comercial (custando cerca de 40 dólares), e apenas funciona em ambiente Mac OS X. Existem no entanto alternativas.


Uma dessas alternativas que descobri recentemente designa-se por Sxipper. O Sxipper é uma extensão para o Firefox, que permite efectuar o mesmo tipo de gestão de identidades e de passwords que o 1Password também permite fazer. Esta extensão do Firefox tem várias particularidades interessantes, como seja por exemplo a possibilidade de funcionar em diversos sistemas operativos (Mac OS X, Windows e Linux) e o facto de ser gratuita.


Para quem tem que usar múltiplos ambientes (Mac OS X, Linux, Windows), como eu, o melhor mesmo é optar por esta última alternativa, e partilhar entre os sistemas as diferentes passwords e identidades, através de um ficheiro próprio do Sxipper (exportando num sistema e importando no outro - por enquanto não há nenhuma ferramenta online de sincronização, mas não me espanta que apareça uma em breve).


Ficam então aqui estas duas sugestões para a gestão de identidades e de passwords em sites online, que permitem que o utilizador não fique limitado pelas suas próprias escolhas ou pela sua capacidade para memorizar as mesmas.


Pages ‘09 – uma boa tentativa, mas longe das necessidades reais

Talvez o título não seja o mais adequado ou até mesmo justo para com a nova versão do programa de processamento de texto (?) da Apple e que vem integrado com o iWork ’09, mas esta é a sensação que fica depois de o testar.


A primeira dificuldade que tenho é em apontar claramente qual é o target desta aplicação – será que se trata de uma ferramenta de processamento de texto ou será que estamos na presença de uma ferramenta de publishing. Ou será que estamos a falar de uma mistura entre ambas?


Seria tremendamente injusto se não referisse o esforço notável que a Apple fez para conseguir melhorar a anterior versão do Pages ‘08, e de certa forma conseguiu. Acrescentou novas funcionalidades, melhorou outras, resolveu alguns bugs, e até apresenta algumas funcionalidades que são únicas. Mas, se “espremermos” bem o Pages ‘09, aquilo que conseguimos retirar de lá, como funcionalidades que se pretendem ter num bom processador de texto, são muito limitadas. E passo a explicar porquê…


É difícil conceber um processador de texto que não possua funcionalidades standard como por exemplo a criação automática de headings numerados, e a geração de índices com base nesses mesmos headings. Também não existe uma forma de criar legendas (captions) de forma automática e numerada para imagens e ou tabelas, o que limita a experiência a nível do processamento de texto – principalmente a nível da produtividade. Igualmente omissa da aplicação é a criação e gestão de cross references.


Por outro lado, a Apple tentou compatibilizar o Pages ’09 com outros formatos de ficheiros – nomeadamente com o Microsoft Word (.doc). É um esforço louvável, mas ainda com muitas lacunas. Quase todos os ficheiros de Word, um pouco mais complexos, que importei para o Pages ‘09, deram alguns erros e/ou ficaram com uma formatação estranha. O mesmo acontece com o processo inverso.


Depois é difícil compreender a opção da Apple pela utilização de um formato de ficheiro proprietário (.pages) quando teria sido muito mais simples e eficiente, do ponto de vista da interoperabilidade ter usado um formato de ficheiro standard, como por exemplo o ODF, ou o mais polémico OOXML. Não tem qualquer sentido, e se o esforço vai no sentido de integrar mais os Mac (e o Mac OS X) em ambiente empresarial, decerto que a compatibilidade com os formatos existentes deveria ter sido uma das prioridades de topo. A meu ver, este é claramente “um tiro no próprio pé” da Apple.


Do meu ponto de vista o Pages tem tudo o que precisa para se tornar um bom processador de texto. É simples, rápido, leve, possui uma boa interface, está bem integrado com as restantes aplicações Mac OS X, tem um preço apetecível, etc. No entanto, e visto que lhe continuam a faltar algumas funcionalidades que considero fundamentais, só posso continuar a usar e a aconselhar o NeoOffice (um derivado do OpenOffice para Mac OS X, totalmente gratuito), ou uma alternativa comercial, o Microsoft Office 2008 for Mac (Word 2008 for Mac).


Novidades da Apple na MacWorld 2009

200901071418.jpg


As novidades da Apple na Macworld 2009, não o foram. Ou melhor, foram novidades que toda a gente já conhecia, e inclusivé muito se tinha especulado nos dias anteriores sobre as mesmas.


Para mim, a grande desilusão foi o facto de nem uma palavra ter sido dita sobre o Leopard das Neves, a nova versão do sistema operativo da Apple, que promete mais performance. Isto leva-me a crer que os trabalhos no mesmo ainda estão muito atrasados, e que o lançamento desta nova versão, muito dificilmente irá ocorrer ainda este ano.


Apple - iLife - Do more with photos, movies, and music on a Mac..jpg Apple - iWork - Documents, spreadsheets, and presentations. The Mac way..jpg


Phil Schiller (ao contrário do habitual Steve Jobs) apresentou a última keynote da Apple na MacWorld, e esforçou-se por empolgar uma audiência sempre sequiosa das novidades a que a Apple já os habitou - e de certa forma conseguiu. Mas desta vez as novidades eram poucas, mas apesar de tudo boas:



  • iLife'09: uma actualização já há muito esperada desta suite de aplicações e que tornam os Mac tão apetecíveis para alguns utilizadores. No caso do iPhoto, a Apple criou uma nova forma de catalogação das suas fotografias: Faces e Places. No caso do Faces usa face detection para agrupar fotos que pertencem às mesmas pessoas. No caso do Places, é usado o geo tagging para catalogar as fotos por localização geográfica. No novo iPhoto foram ainda incorporadas funcionalidades para exportar as fotos directamente para o Facebook e para o Flickr. Melhoraram igualmente a forma de produção de slideshows e para a criação de albuns de fotografias - algumas destas funcionalidades são verdadeiramente impressionantes. Segue-se o iMovie'09, e as suas novas funcionalidades - editor de precisão, drag e drop avançado, temas dinâmicos, mapas de viagens animados, e estabilização automática de vídeo - a demonstração destas funcionalidades do iMovie é verdadeiramente impressionante. De seguida foi apresentado o GarageBand'09, e em que foi dado destaque a uma funcionalidade de seu nome "Learn to Play" - ou seja com o novo GarageBand é possível aprender a tocar um instrumento - preço 79 USD. Foram apresentados alguns músicos famosos como Sting, com os quais, a partir da aplicação e num futuro próximo, vai ser possível aprender e tocar como eles;


  • iWork'09: o iWork é a suite de produtividade da Apple que é composta por um processador de texto, o Pages, uma folha de cálculo, o Numbers, e a estrela da companhia, uma aplicação de apresentações, o Keynote. Basicamente o que a Apple fez, foi acrescentar um conjunto de novas funcionalidades nas aplicações, algumas delas bastante interessantes. De todas estas funcionalidades introduzidas penso que vale a pena destacar o conjunto de novas funções de cálculo do Numbers, assim como a possibilidade de utilizar mailmerge entre o Pages e o Numbers. No Pages é possível destacar ainda a integração com software de equações (MathType) e com o EndNote, para gestão de bibliografias complexas - boas notícias para académicos, sem dúvida. No caso do Keynote, foram introduzidos mais temas e transições, mas sem dúvida que a grande novidade é a possibilidade de controlar a apresentação a partir de um iPhone ou de um iPod Touch. Esta funcionalidade é proporcionada através de uma aplicação que pode ser adquirida na App Store, e de uma ligação wi-fi entre o iPhone/iPod Touch e o Mac que está a passar a apresentação. Juntamento com o iWork, a Apple apresentou igualmente um site que permite que os utilizadores possam partilhar documentos entre si - o iWork.com (a Google que se cuide);


  • Macbook Pro 17 ": seguindo o mesmo tipo de concepção que os recém lançados Macbook e Macbook Pro de 15", usando um conceito de "unibody", foi apresentado o novo Macbook Pro 17". A principal novidade neste notebook é a bateria. A Apple, mais uma vez consegue inovar, e desenhou e construiu uma bateria de maiores dimensões que suporta uma maior carga e uma utilização mais eficiente que consegue até cerca de 8 horas de autonomia;


  • iTunes: finalmente, "one more thing...", o iTunes. A principal novidade aqui é o facto de todas as músicas do iTunes passaram a estar livres de DRM.


Foi a keynote que todos esperavam?


Não de todo. E por várias razões. Em primeiro lugar, o speaker habitual não esteve presente. Toda aquela presença e carisma, a que o Steve Jobs já nos tinha habituado (e eu só uso Macs há 2 anos), não esteve presente. Apesar do Phill Schiller ter tentado, continuar a ser um "outsider" (apesar de já ter marcado presença regularmente em outras keynotes). Em segundo lugar, as novidades introduzidas pela Apple não foram nada de especial (e não sou apenas eu que o digo). Não houve uma única palavra sobre o Snow Leopard, nem sobre o iPhone (falava-se de um iPhone Nano), nem sobre iMacs, nem sobre Mac Mini.


Visto que já foi anunciado que este foi o último ano que Apple participou na MacWorld. Terá sido esta escassez de novidades, uma estratégia deliberada da Apple, para "retirar" importância ao evento? Ou seja, como se quisesse dizer: "a MacWorld deixou ser importante para nós, por isso vamos lá dizemos uma ou duas coisas, mas vamos guardar as verdadeiras novidades para mostrar quando quisermos". Enfim, isto sou eu que o digo, claro.


A keynote da MacWorld 2009 pode ser vista aqui.


Picasa chega ao Mac

A poucos dias/horas da MacWorld 2009, eis que a Google lança a versão Mac OS X do seu popular software gratuito de gestão de imagens, o Google Picasa.


Picasa 3.jpg


Esta versão Mac, é uma cópia muito fiel da versão para Windows, e as mesmas funcionalidades. É sem dúvida um concorrente de peso para o iPhoto da Apple, que se espera seja "revisto" e actualizado na MacWorld 2009 (segundo alguns rumores, claro está).


Para já promete muito, embora no meu caso tenha já detectado, que a aplicação Picasa para Mac, puxa muito pelo meu processador. Enfim, esta é a primeira versão beta, outra coisa não seria de esperar.


The Mac Giving Tree

Nesta quadra natalícia, esta iniciativa da Macheist parece-me muito adequada.


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A mim calhou-me em sorte o Enigmo 2 e o Synergy.


Welcome to Macintosh - The documentary for the rest of us.

Vi isto no blog do Pedro Aniceto. Não resisti a colocá-lo aqui igualmente. Um documentário que conta um pouco mais desta "cultura" Apple e Macintosh, que recentemente partilho.



Não se fala de outra coisa...

... por toda essa blogosfera. Steve Jobs não vai estar presente na Keynote do MacWorld 2009 e a Apple anunciou oficialmente que vai deixar de estar presente em eventos futuros. A Apple anunciou igualmente que não vai estar presente num conjunto de outros eventos a nível mundial.


Como não poderia deixar de ser muitos são os rumores que se levantam, e como não poderia deixar de ser o próprio estado de saúde do Steve Jobs acabou por saltar novamente para a ribalta. No entanto, não me parece que se este seja o principal motivo - aliás, não me parece que seja "o motivo", de todo!


O que se passa é que a Apple está a deixar de ser cada vez mais uma marca que tinha um segmento de mercado muito especializado, vocacionado essencialmente para os "apreciadores" e "seguidores" fiéis da marca, que a idolatravam, para se concentrar em segmentos mais genéricos. A Apple está a crescer...


Este crescimento é provocado, não apenas pelo sucesso de produtos como a linha de Macbook e por um produto "estrela" - o iPhone - mas igualmente por algum "abrandar" do gigante de Redmond, que teve (e continua a ter) problemas com um sistema operativo que está longe de ser a "continuação" natural do bem sucedido Windows XP. Este crescimento da Apple vai obrigar a mesma a estar um pouco mais próxima dos clientes, directamente através das diversas Apple stores abertas um pouco por toda a parte e igualmente pela sua loja online.


Por outro lado, não nos podemos esquecer da crise que está aí ao virar da esquina e que atinge já em força algumas empresas tecnológicas. A Apple não deve ser excepção à regra. E com isto procura cortar um pouco os seus custos operacionais - 2009 será certamente um ano difícil.


Mas claro, isto são apenas uns bitaites.. como toda a gente os manda, eu também resolvi fazê-lo.




Chrome já não é Beta

Numa jogada sem precedentes para os lados da Google, o browser web da Google, o Chrome, deixou de ser um produto Beta. Isto é muito estranho, pois normalmente os produtos/serviços desenvolvidos pela Google estão na sua fase Beta durante muito tempo. Basta olhar para o próprio Gmail, que ainda está em Beta.


De qualquer forma o Chrome é um browser bastante promissor, leve e de uma simplicidade tal, à semelhança do que a Google já nos habituou. É por isso bastante atraente.


200812121154.jpg


Outros aspectos bastante positivo são a sua velocidade, o facto de usar componentes de outros browsers (Webkit, e Firefox) e de ser open-source.


Agora, aguardo impacientemente por uma versão para Mac OS X. Google, isso está para breve ou não?


MacUpdate Holiday Bundle

200812110017.jpg


O site MacUpdate está a oferecer a oportunidade única de utilizadores Mac OS X poderem adquirir um conjunto de aplicações a um preço muito (mesmo muito) especial - cerca de 50 dólares (algumas destas aplicações, individualmente custam muito mais do que isto).


As aplicações que fazem parte deste "pacote" são as seguintes:




Se puderem e quiserem, aproveitem esta promoção.


E mais vez, os vírus em Mac OS X...

Esta semana voltou a "estalar" a polémica sobre os vírus para a plataforma Mac OS X, isto porque a Apple "publicou" na sua KB uma recomendação para a utilização/instalação de múltiplos produtos anti-vírus por parte dos utilizadores Mac.



Apple encourages the widespread use of multiple antivirus utilities so that virus programmers have more than one application to circumvent, thus making the whole virus writing process more difficult.



200812022113.jpg


E mais uma vez muito se disse e escreveu sobre esta questão, algumas asneiras, e alguma informação "pobre". No entanto o artigo mais esclarecido que li sobre o assunto foi este.


Para quem tem curiosidade sobre este assunto, vale a pena lerem.


Virus em Mac OS X

Esta semana esteve outra vez em foco a questão dos vírus para a plataforma Mac. Mais uma vez, alguns dos media resolveram empolar exageradamente o tema, confundindo os utilizadores com alguma informação mal trabalhada.


É inegável que não existem plataformas computacionais e consequentemente sistemas que sejam 100% seguras e resistentes a ataques, e que neste aspecto a plataforma Mac tem vindo a crescer em popularidade e assim a assumir-se como uma maior potencial vítima de novos ataques - é uma inevitabilidade.


Path Finder.jpg


As duas ameaças que foram identificadas esta semana, apesar de poderem ser sérias, exigem a colaboração total do utilizador. Ou seja, para poderem de facto infectar a plataforma Mac, o utilizador terá que conscientemente (ou inconscientemente) instalar software de uma fonte menos recomendada.


A primeira ameaça, designada por OSX.RSPlug.D, actua como um servidor remoto e permite que um atacante possa descarregar código malicioso para o sistema infectado. Esta ameaça aparece disfarçada sob a forma de um codec que necessita de ser instalado no sistema do utilizador para que o mesmo possa aceder a conteúdos pornográficos. Ou seja, é uma ameaça que apenas o é, se:




  1. O utilizador navegue frequentemente por sites de conteúdos pornográficos;


  2. Que esteja conscientemente a tentar aceder a esse mesmo material pornográfico;


  3. Que instale o software no seu sistema sem confirmar a sua proveniência;


  4. Que forneça as suas credenciais de administrador do sistema para proceder à instalação.


Não há dúvida que os utilizadores são um dos elos mais fracos da Segurança de Informação, mas neste caso, apenas utilizadores com o perfil acima indicado são potenciais vítimas - quer se tratem de utilizadores Mac OS X ou outro qualquer sistema.


A segunda ameaça, dá pelo nome de OSX.TrojanKit.Malez (ou OSX.Lamzev.A) é ume ferramenta que permite que um conjunto de atacantes instale um backdoor no sistema. Esta é uma ameaça muito relativa pois exige que o atacante tenha acesso físico ao sistema e que possa instalar a aplicação.


Portanto, se os utilizadores da plataforma Mac OS X seguirem um conjunto de boas práticas de segurança mínimas, tais como:



  1. Nunca utilizar o sistema como "superuser";


  2. Evitar sites de conteúdo duvidoso;


  3. Evitar instalar software de fontes desconhecidas;


Será possível manter a segurança e integridade do sistema Mac OS X - aliás, estas regras aplicam-se igualmente a qualquer outro sistema.


Não creio (aliás como disse acima) que a plataforma Mac OS X seja a mais segura do Mundo. Mas decerto também não é a mais insegura... e algumas das "ditas" vulnerabilidades descobertas exigem uma conivência e cooperação total do utilizador para com as mesmas para que possam causar "estragos".






Cuidado com o update 10.5.5 (Mac OS X Leopard)

Ontem ao final do dia, tive o mais estranho dos problema com o meu Macbook Pro. Algo que nunca me tinha acontecido até então, apesar de, de quando em vez ter os seus "freezes". Nada que um restart (mesmo à bruta) não tivesse resolvido.


Passo a explicar o que aconteceu...


Ontem, quando saí do meu gabinete no ISCTE para ir dar uma aula, fechei a tampa do Mac, como habitual, o mesmo entrou em stand-by (sleep mode), e quando cheguei à sala de aula, abri a tampa e o sistema "acordou". Pediu a introdução do login e da password, como era habitual, e passados poucos segundos, o computador pura e simplesmente desligou-se. Assim, sem mais nem menos...


Achei aquilo muito estranho, e tentei ligar de novo o computador. O mesmo começava a arrancar, por vezes mesmo depois do login, e voltada a desligar-se. Tentei por diversas vezes, com bateria, sem bateria, com bateria e alimentação e o resultado era sempre o mesmo.


Era estranho ser um problema de bateria, pois a mesma estava carregada a 100% e em excelentes condições - pois fora trocada à pouco tempo. Seria um problema de hardware, o que eu achava estranho, pois nada de excepcional tinha ocorrido com o mesmo.


Fiquei a saber no processo de experimentação, que não devemos usar o Macbook Pro sem a bateria, pois existem determinadas funções do portátil que depende da mesma. Isto foi algo que li num forum, mas não confirmei a partir de um fonte mais oficial.


Quando mais tarde cheguei a casa, o problema persistia... ou seja, ligava, e ele desligava-se automaticamente.
Até que resolvi experimentar algo, que não sei porquê, parece ter resultado:



  1. Retirei a bateria;
  2. Liguei o Macbook Pro à alimentação;
  3. Introduzi a bateria;
  4. Liguei o Macbook Pro.

Para minha surpresa, tudo voltou aparentemente ao normal. Deixei o mesmo toda a noite ligado, a fazer backups, e nem uma única vez foi abaixo. Usei igualmente o mesmo, apenas em modo bateria, e tudo funcionou na perfeição.


Depois de esgravatar um pouco na web e nos fóruns (aqui e aqui), descobri que existem pessoas com o mesmo tipo de problemas que eu, e tudo aponta para que seja um problema introduzido pelo mais recente update do Leopard (10.5.5). Apesar de isto ainda não estar confirmado, o que eu aconselho é a que não instalem ainda o update, e que esperem um pouco mais até que se saiba a verdadeira origem deste problema.

Bateria do MacBook Pro "morre" sem avisar

200807071523.jpg


Comprei o meu MacBook Pro no início de Janeiro de 2007.


Não tive qualquer problema com o mesmo, e tudo corria bem. Até que de repente comecei a notar algo estranho com o mesmo. Quando em modo bateria, quando a bateria chegava aos 20% carga, o MBP, pura e simplesmente ia abaixo, sem qualquer aviso de bateria com pouca carga.


Para além disso, uma bateria que no início, dava para 2,5 a 3 horas de duração, agora aguenta pouco mais de uma hora.


Uma consulta ao System Profiler revelou o seguinte:



Charge Information:


Charge remaining (mAh): 3723


Fully charged: Yes


Charging: No


Full charge capacity (mAh): 3723


Health Information:


Cycle count: 205


Condition: Check battery


E usando o software coconutBattery, revelou que a capacidade original da bateria era de 5500 mAH. Ou seja, a bateria já só está a aguentar 67% da capacidade original. Mas, o que me aborrece mesmo, é que ao fim de 19 meses, o sistema não me avisar e pura e simplesmente desligar.


Olhei para a página de suporte da Apple, e verifiquei que tinham um programa de trocas de baterias, pois algumas baterias estavam de facto defeituosas. Infelizmente, o problema não se reportava ao número de série da minha bateria.


Tenho o firmware da bateria actualizado, e tentei igualmente calibrar a bateria. Isto não produziu qualquer resultado.


Finalmente, resolvi tentar contactar a suporte da Apple em Portugal, a ver se tinha sorte.


Depois de uma longa conversa com o operador, lá recebi a autorização para proceder à troca da minha bateria do MBP. Parece que esta também é das defeituosas. Agora é só ir a um representante Apple em Portugal (vou à Interlog), e proceder à troca - que não sei quanto tempo vai demorar.


Mas pronto, valeu a pena tentar.


Se alguém está com problemas semelhantes, experimentem a via suporte Apple em Portugal . Pode ser que tenham sorte.



OpenOffice 3 Beta em Mac OS X

Disclaimer: Este post ilustra apenas a minha experiência pessoal com a versão Beta do OpenOffice 3 para Mac OS X, o que significa que outros utilizadores poderão ter experiências diferentes.


Ok, feito isto, vamos lá então...


Em primeiro lugar, o OpenOffice (mais precisamente, o NeoOffice) tem sido a minha plataforma Office de eleição para a plataforma Mac, desde que mudei do ambiente PC, há cerca de 1 ano e meio atrás. Utilizo-o com frequência para processamento de texto e para folha de cálculo. Só não uso para apresentações, pois o Keynote, continua a ser (em minha opinião, melhor).


Desde que a Microsoft introduziu o Microsoft Office 2008 for Mac (e principalmente depois do SP1), que apareceu um novo competidor de peso no mercado de aplicações de produtividade para a plataforma Mac/Intel. É de facto um bom produto, que ainda por cima é parecido com a versão em Windows (importante para quem é um switcher).


Recentemente resolvi experimentar a nova versão do OpenOffice 3 (a primeira versão OpenOffice nativa para Mac, pois as anteriores necessitam do X11), e foi uma agradável surpresa. Promete ser muito bom e traz algumas funcionalidades que são muito interessantes. A saber (pelo menos as que considero mais relevantes):




  1. Diferentes visualizações dos documentos, em particular, a possibilidade de visualizar 2 páginas em simultâneo;


  2. Possibilidade de visualizar as notas introduzidas nos documentos, imediatamente na margem do nosso documento;


  3. Suporte melhorado para OOXML (embora isto não me interesse muito), melhorando a compatibilidade com outras suites de office;


  4. A compatibilidade com plataformas Windows e Linux (em especial através de formatos de ficheiro normalizados ISO - ODF).


É uma versão promissora, mas que ainda tem algum caminho (e desenvolvimentos) pela frente. Assim, como aspectos negativos desta nova release beta do OO3, saliento a velocidade (ou a falta de), e a renderização dos documentos (que continua a ser muito precária). Mas estou convencido que a versão final, quando sair, será bem melhor.


Para já, fico com o NeoOffice. É veloz, e acima de tudo compatível com o OpenOffice.



Firefox 3 e os PDF em Mac OSX

Depois do grande sucesso que foi o lançamento do Firefox 3, fiquei um pouco desapontado por verificar que continua a faltar o suporte para visualizar PDFs "inline" (dentro da janela do browser, sem ter que recorrer a uma aplicação externa) em Mac OSX.


Felizmente isso acabou. Acabei de descobrir, através do site Mac OSX Hints, uma extensão (firefox-mac-pdf) que permite abrir e visualizar os PDFs directamente na janela do Firefox 3.


200806181646.jpg


Esta extensão, usada em conjunto com a extensão PDF Download, são sem dúvida duas ferramentas muito úteis, no ambiente Mac OSX para lidar com PDFs.


Invulnerabilidade...

... é coisa que não existe neste mundo!


Para quem julgava que tinha um sistema invulnerável, apenas porque tinha optado por um Mac, aqui fica uma prova de que afinal não existem sistemas invulneráveis. Nada disso...


Infelizmente este é um dos preços a pagar à medida que essas mesmas plataformas vão crescendo em popularidade, e como tal tornam-se alvos cada vez mais atractivos. É o que parece estar a acontecer com o outrora "mundo seguro" dos Mac.


Em Vancouver, na conferência CanSecWest, um atacante (Charlie Miller) ganhou um prémio por ter conseguido atacar e quebrar um MacBook Air em apenas 2 minutos (bem, na verdade foi necessário um dia e dois minutos), ao que parece (uma vez que os detalhes não são revelados devido a um NDA) explorando uma vulnerabilidade do Safari.







200803280118.jpg


Como é óbvio, poderemos estar aqui com longas discussões a argumentar o porquê de num concurso em que estavam frente a frente, o Windows Vista Ultimate SP1, o Linux Ubuntu 7.10 e o Mac OS X 10.5.2, ter sido este último o primeiro a ceder. Até porque foi este o primeiro a ser atacado...


Mas não deixa de ser um importante aviso, para a Apple, e para todos os utilizadores Mac (eu incluído) que não existem plataformas invulneráveis. E este sentimento de invulnerabilidade que (normalmente) envolve os utilizadores que optaram por plataformas não-Windows, cada vez menos tem razão de ser.


Para a Apple, fica desde já a nota, de que se quiser continuar a crescer em popularidade (e consequentemente em número de produtos comercializados) vai igualmente ter que colocar a "segurança" no topo das suas prioridades.



HP LaserJet 1018 e Mac OS X

200802141715.jpg


Recentemente adquiri uma impressora laser de baixo custo cá para casa. Optei pela HP LaserJet 1018 cujo o preço na Vobis era bastante apetecível na altura, quando comparado com as alternativas semelhantes (Canon e Samsung).


O que eu não reparei na altura foi que esta impressora em particular não era suportada pelo Mac OS X. Os drivers não estão disponíveis aquando da instalação da mesma, e por incrível que pareça, os senhores da HP acham que apenas os utilizadores do Windows podem possuir esta impressora. Ou seja, drivers para Mac OS X no site da HP, nem vê-los!!!


Resolvi recorrer ao Google a ver o que se poderia fazer, e vi que imensos utilizadores estavam com o mesmo problema!


Finalmente consegui colocar a impressora a funcionar, graças à seguinte receita que encontrei neste site.


O processo é simples:



  1. Descarregar os três ficheiros: foo2zjs-1.1-UB.dmg, Foomatic-RIP e gplgs-8.61-ub.dmg;


  2. Instalar primeiro o Foomatic-RIP e o gplgs-8.61-ub.dmg e só depois o foo2zjs-1.1-UB.dmg;


  3. Depois de instalar o foo2zjs-1.1-UB.dmg copiar da imagem o ficheiro Helpers/load_LaserJet_firmware_v4.command para o Desktop (na verdade pode ser para uma pasta qualquer);


  4. Instalar a impressora a partir do Systems Preferences -> Print & Fax;


  5. Ao escolher o driver da impressora, escolha o HP LaserJet 1018 Foomatic/foo2zfs (recommended);


  6. Depois de instalar a impressora, sair do System Preferences;


  7. Vá ao Desktop e dê um duplo click para executar o load_LaserJet_firmware_v4.command (deverá repetir este processo de cada vez que desligar e voltar a ligar a impressora);


  8. E já está, pronto para imprimir.



CarlosSerrao-Mac:~ carlosserrao$ /Users/carlosserrao/Desktop/load_LaserJet_firmware_v4.command ; exit;

Printer HP_LaserJet_1018:
No printer queue found for HP LaserJet 1000.
No printer queue found for HP LaserJet 1005.
Sending HP LaserJet 1018 firmware to printer HP_LaserJet_1018 . . .
lp -d HP_LaserJet_1018 -oraw /usr/local/share/foo2zjs/firmware/sihp1018.dl
id de pedido é HP_LaserJet_1018-19 (1 ficheiro(s))
No printer queue found for HP LaserJet 1020.
logout

[Process completed]

Existe um passo repetitivo que é chato, mas é melhor do que não conseguir imprimir de forma nenhuma.



Mac OS X - Problemas com o KeyChain

Picture 1.png


Este é um dos problemas que mais me estava a dar voltas à cabeça nos últimos tempos com o meu Mac.


Ultimamente, e depois de instalar updates de algumas aplicações, nomeadamente o NetNewsWire e o 1Password, o sistema tinha um comportamento estranho. Estranho porque sempre que voltava a lançar a aplicação actualizada, aparecia a seguinte mensagem: "The "NetNewsWire" software access on our computer has changed and wants to access your Keychain. Do you want to allow this?". Até aqui tudo bem...


Mas depois de carregar no botão "Allow", o sistema ficava verdadeiramente instável. A saber:



  • A janela com a mensagem acima não desaparecia, e ficava pendurada;


  • O "beachball" fica a rodar;


  • Todo o GUI ficava "empanturrado". Era difícil aceder à Dock ou ao Menubar. Quase não se consegue lançar ou mover janelas;


  • Dificuldade em lançar novas aplicações;


  • Dificuldade em fechar aplicações entretanto já abertas;


  • A única forma de resolver esta situação era abrir o Terminal e forçar manualmente um shutdown:

    sudo shutdown -r now
    ;.


Uma lista descritiva de sintomas mais completo e de tentativas de resolver este problema, pode ser visto e consultado aqui.


Felizmente, depois de Googlar um pouco (e depois de ter desinstalado as aplicações em causa), encontrei uma solução que funciona perfeitamente e que voltou a colocar o sistema em forma! Podem consultar aqui, todos os detalhes da solução, mas basicamente basta abrir o terminar e escrever o seguinte comando:



sudo mv /var/db/CodeEquivalenceDatabase /var/db/CodeEquivalenceDatabase.old

e de seguida efectuar um restart ao Mac.


Resolveu o meu problema!



Configurar o Kanguru no Mac OS X Leopard

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Recentemente precisei de me ausentar para a Guarda e ia estar num sítio onde não tinha acesso à Internet. Equacionei a hipótese de comprar uma placa 3G, mas depois de consultar diversos fornecedores de acesso (Kanguru, Vodafone, SAPO, Zapp) cheguei a duas tristes conclusões:

  1. Todos eles praticam tarifários semelhantes, ou seja, concorrência em termos de preços e de condições de acesso não existe;
  2. Não estava na disposição de comprar uma placa 3G para usar apenas de forma esporádica, e ter que ficar "agarrado" a um contracto de permanência de 12 ou 24 meses, a pagar mensalidade, mesmo não precisando de utilizar.

Visto isto, estas opções não me interessavam minimamente. Não consigo perceber estas políticas destas empresas. Não percebo igualmente por que nenhuma delas pratica um modelo de negócios, em que o cliente compraria o modem 3G (pagamento pelo mesmo) e depois pagando pelo volume de tráfego consumido. Ou seja, sem contractos de exclusividade...

Mas pronto, são estas as condições que temos...

Assim, pedi a um familiar, que tem dois destes modems 3G, que me emprestasse um deles. Fiquei assim com um Kanguru, que tive que instalar e configurar no meu Mac OS X Leopard (10.5.1). Aguardavam-me algumas dificuldades inesperadas...

O modem em causa é o HUAWEI E220 HSDPA USB Modem. Na página do Kanguru existe software para proceder a este modem no Mac OS X. Infelizmente não funcionam... depois de instalar os mesmos, não conseguia proceder à ligação com a rede. Dava sempre o mesmo resultado: "Connecting..." e imediatamente de seguida um "Disconnecting...".

Depois de alguma pesquisa na Internet, eis que encontrei um excelente tutorial da MACacada, que explica em detalhe como configurar o dito cujo. Infelizmente depois de seguir os passos por eles sugeridos, também não tive muito sucesso. No entanto depois de mais alguma investigação aqui fica a minha versão "receita" com base no excelente tutorial da MACacada.

Software Necessário

Antes de começar o melhor é certificar-se que tem tudo o que necessita. Precisa do seguinte software:

  1. Software do Kanguru
  2. Software da Vodafone
  3. Configurador APN

Depois de descarregar todo este software, tem tudo o que precisa. Repare que o que é curioso é que precisa do software da Vodafone para colocar a placa do Kanguru a funcionar. Faz todo o sentido, como é que não me lembrei disso antes?

Procedimento de instalação

O procedimento de instalação (tal como o que está descrito no site da MACacada) é o seguinte:
  1. Instalar o software da Vodafone.
  2. Fazer o restart ao Mac;
  3. Instalar o software do Kanguru;
  4. Fazer restart ao Mac;
  5. Ligar o modem E220 ao Mac;
  6. Correr a aplicação instalada pelo Kanguru, que está na pasta das aplicações e que dá pelo nome de "Mobile High Speed for Mac OS". Esta aplicação está em /Applications/Mobile High Speed - Kanguru;
    Mobile High Speed para Mac OS X - Edição Kanguru.jpg
  7. Carregar no botão "Activar";
  8. Ir até System Preferences -> Network;
  9. Aparece no menu da esquerda o Huawei E220 HSDPA USB Modem;
    Network.jpg
  10. Seleccionar o Huawei E220 HSDPA USB Modem, e depois seleccionar o botão "Advanced...". Pode ser necessário introduzir a password de administrador;
  11. Aproveitei igualmente para seleccionar a opção "Show modem status in menu bar";
    Network-1.jpg
  12. Seleccionar o tab "Modem" e depois alterar o Vendor para "Vodafone" e o Model para "VC701SI";
    System Preferences.jpg
  13. Carregar em OK;
  14. Carregar em Apply, e saí do System Preferences;
  15. Corri o Configurador APN e coloquei "myconnection";
  16. Finalmente, no menu bar, seleccionem o ícone e tentem efectuar a ligação. Se tudo correr bem, deverá conseguir ligar-se à rede.

E pronto, foi graças ao tutorial do MACacada, e ao facto de ter seleccionado correctamente o modem, que consegui colocar a placa a funcionar no Leopard. No meu caso, o processo foi este, mas pode ser que seja diferente num ou noutro caso. De qualquer forma aqui fica a minha mísera contribuição!