Mac OS X 10.6.4
E aí está o mais recente update do Mac OS X, que o actualiza para a versão 10.6.4.
Está na altura de fazer um backup e actualizar o sistema!
E aí está o mais recente update do Mac OS X, que o actualiza para a versão 10.6.4.
A nova versão do Safari, o browser web da Apple baseado no Webkit é mais do que um simples update, com mais algumas funcionalidades, por parte da Apple. É igualmente uma release em que foram resolvidos mais de 48 problemas de segurança no browser web, inclusive aqueles que haviam sido explorados no último PwnOwn.
Não apenas por isto, mas também, o upgrade da versão do Safari deve ser obrigatório.
Não foi apresentado na keynote do Steve Jobs, onde o tema dominante foi de facto iPhone 4, mas tal como havia sido referido em diversos locais, foi lançado o Safari 5.
Traz algumas novidades, é mais rápido, mais "amigo" do HTML5, novas funcionalidades para quem desenvolve para a Web, entre outras. Aquela que mais me despertou a atenção é a possibilidade de a partir de agora o Safari poder contar igualmente com extensões (como acontece há muito com o Firefox e com o Chrome).
Segundo percebi (e posso ter percebido mal), estas extensões vão seguir um escrutínio semelhante ao que acontece com as aplicações na App store.
De qualquer forma parece-me que são boas notícias...
Outra boa novidade deste Safari 5, é um novo modo Reader. Sempre que está numa página que tenha notícias, pode activar o modo Reader, o que faz com que o Safari mostre apenas o conteúdo relevante da notícia, e esconda tudo o resto.
Enfim, é experimentar para ver...
Hoje é dia da WWDC 2010, um dos grandes eventos do mundo Apple e Mac. O evento, completamente esgotado, desde há muito tempo, conta hoje com a abertura do CEO da Apple.
Para não variar, os últimos tempos foram cheios de rumores e especulações sobre o que irá ser revelado hoje na abertura do evento.
Resta esperar até às 18h00 (hora portuguesa) para tentar ver o que nos revelará a Apple desta vez...
Entretanto aqui fica uma lista de possíveis coisas que podem ser apresentadas:
Enfim, logo ao final da tarde todas estas suspeitas estarão reveladas (ou não).
Façam apostas...
Ora aqui está uma coisa gira na Mail.app.
Indica-me que tenho cerca de 4,294,967,295 mensagens no folder Today, quando na verdade não tenho nenhuma!!!
;-)
Aqui está uma boa análise de 21 coisas que o novo "Snow Leopard" trará para os utilizadores Mac - umas boas e outras não tão boas, especialmente para quem usa sistemas mais antigos.
À medida que o número de aplicações web em que nos vamos registando vai aumentando, o número de passwords que precisamos de nos lembrar aumenta igualmente. A solução mais simples e ao mesmo tempo menos segura para resolver este problema é usar sempre o mesmo nome de utilizador e de password para todos estes serviços, mas nem sempre é possível usar esta técnica.
Para um utilizador Mac, existe um software muito bom, que dá pelo nome de 1Password, que se pode integrar facilmente com o browser web (e com outras aplicações de Desktop), e que permite efectuar uma gestão muito boa das passwords que o utilizador tem que gerir.
Esta aplicação 1Password, para além de gerir as passwords do utilizador permite ainda o preenchimento automático de formulários na web a partir de informação que está armazenada no perfil do utilizador - um excelente time and memory saver na minha opinião. Acresce o facto que o 1Passwd funciona com quase todos os browsers web disponíveis para a platforma Mac OS X (Safari, Firefox, Camino, Flock, ...), e integra-se perfeitamente na sua interface. Por outro lado, sempre que precisar de criar uma nova password, o próprio 1Passwd pode criar uma password por si, gerando-a a partir de um conjunto de parâmetros definidos pelo utilizador.
As principais desvantagens do 1Password é que se trata de uma aplicação comercial (custando cerca de 40 dólares), e apenas funciona em ambiente Mac OS X. Existem no entanto alternativas.
Uma dessas alternativas que descobri recentemente designa-se por Sxipper. O Sxipper é uma extensão para o Firefox, que permite efectuar o mesmo tipo de gestão de identidades e de passwords que o 1Password também permite fazer. Esta extensão do Firefox tem várias particularidades interessantes, como seja por exemplo a possibilidade de funcionar em diversos sistemas operativos (Mac OS X, Windows e Linux) e o facto de ser gratuita.
Para quem tem que usar múltiplos ambientes (Mac OS X, Linux, Windows), como eu, o melhor mesmo é optar por esta última alternativa, e partilhar entre os sistemas as diferentes passwords e identidades, através de um ficheiro próprio do Sxipper (exportando num sistema e importando no outro - por enquanto não há nenhuma ferramenta online de sincronização, mas não me espanta que apareça uma em breve).
Ficam então aqui estas duas sugestões para a gestão de identidades e de passwords em sites online, que permitem que o utilizador não fique limitado pelas suas próprias escolhas ou pela sua capacidade para memorizar as mesmas.
Talvez o título não seja o mais adequado ou até mesmo justo para com a nova versão do programa de processamento de texto (?) da Apple e que vem integrado com o iWork ’09, mas esta é a sensação que fica depois de o testar.
A primeira dificuldade que tenho é em apontar claramente qual é o target desta aplicação – será que se trata de uma ferramenta de processamento de texto ou será que estamos na presença de uma ferramenta de publishing. Ou será que estamos a falar de uma mistura entre ambas?
Seria tremendamente injusto se não referisse o esforço notável que a Apple fez para conseguir melhorar a anterior versão do Pages ‘08, e de certa forma conseguiu. Acrescentou novas funcionalidades, melhorou outras, resolveu alguns bugs, e até apresenta algumas funcionalidades que são únicas. Mas, se “espremermos” bem o Pages ‘09, aquilo que conseguimos retirar de lá, como funcionalidades que se pretendem ter num bom processador de texto, são muito limitadas. E passo a explicar porquê…
É difícil conceber um processador de texto que não possua funcionalidades standard como por exemplo a criação automática de headings numerados, e a geração de índices com base nesses mesmos headings. Também não existe uma forma de criar legendas (captions) de forma automática e numerada para imagens e ou tabelas, o que limita a experiência a nível do processamento de texto – principalmente a nível da produtividade. Igualmente omissa da aplicação é a criação e gestão de cross references.
Por outro lado, a Apple tentou compatibilizar o Pages ’09 com outros formatos de ficheiros – nomeadamente com o Microsoft Word (.doc). É um esforço louvável, mas ainda com muitas lacunas. Quase todos os ficheiros de Word, um pouco mais complexos, que importei para o Pages ‘09, deram alguns erros e/ou ficaram com uma formatação estranha. O mesmo acontece com o processo inverso.
Depois é difícil compreender a opção da Apple pela utilização de um formato de ficheiro proprietário (.pages) quando teria sido muito mais simples e eficiente, do ponto de vista da interoperabilidade ter usado um formato de ficheiro standard, como por exemplo o ODF, ou o mais polémico OOXML. Não tem qualquer sentido, e se o esforço vai no sentido de integrar mais os Mac (e o Mac OS X) em ambiente empresarial, decerto que a compatibilidade com os formatos existentes deveria ter sido uma das prioridades de topo. A meu ver, este é claramente “um tiro no próprio pé” da Apple.
Do meu ponto de vista o Pages tem tudo o que precisa para se tornar um bom processador de texto. É simples, rápido, leve, possui uma boa interface, está bem integrado com as restantes aplicações Mac OS X, tem um preço apetecível, etc. No entanto, e visto que lhe continuam a faltar algumas funcionalidades que considero fundamentais, só posso continuar a usar e a aconselhar o NeoOffice (um derivado do OpenOffice para Mac OS X, totalmente gratuito), ou uma alternativa comercial, o Microsoft Office 2008 for Mac (Word 2008 for Mac).
Esta semana voltou a "estalar" a polémica sobre os vírus para a plataforma Mac OS X, isto porque a Apple "publicou" na sua KB uma recomendação para a utilização/instalação de múltiplos produtos anti-vírus por parte dos utilizadores Mac.
Apple encourages the widespread use of multiple antivirus utilities so that virus programmers have more than one application to circumvent, thus making the whole virus writing process more difficult.

E mais uma vez muito se disse e escreveu sobre esta questão, algumas asneiras, e alguma informação "pobre". No entanto o artigo mais esclarecido que li sobre o assunto foi este.
Para quem tem curiosidade sobre este assunto, vale a pena lerem.
Não sei se alguém já reparou, mas em Mac OS X não é possível usar correctamente o Google Maps a partir do Firefox 3. Isto porque o botão direito do rato não permite activar o menu de contexto, que permite por exemplo indicar o ponto de partida e de chegada de uma rota que estamos a tentar encontrar.

Não sei se o problema é do Firefox para Mac, ou se o problema reside no Google Maps, ou ainda na Apple. Já agora, e por curiosidade, no Opera para Mac também não funciona.
Alguém tem mais algum detalhe sobre isto?
Safari
Firefox
Opera
Esta semana esteve outra vez em foco a questão dos vírus para a plataforma Mac. Mais uma vez, alguns dos media resolveram empolar exageradamente o tema, confundindo os utilizadores com alguma informação mal trabalhada.
É inegável que não existem plataformas computacionais e consequentemente sistemas que sejam 100% seguras e resistentes a ataques, e que neste aspecto a plataforma Mac tem vindo a crescer em popularidade e assim a assumir-se como uma maior potencial vítima de novos ataques - é uma inevitabilidade.

As duas ameaças que foram identificadas esta semana, apesar de poderem ser sérias, exigem a colaboração total do utilizador. Ou seja, para poderem de facto infectar a plataforma Mac, o utilizador terá que conscientemente (ou inconscientemente) instalar software de uma fonte menos recomendada.
A primeira ameaça, designada por OSX.RSPlug.D, actua como um servidor remoto e permite que um atacante possa descarregar código malicioso para o sistema infectado. Esta ameaça aparece disfarçada sob a forma de um codec que necessita de ser instalado no sistema do utilizador para que o mesmo possa aceder a conteúdos pornográficos. Ou seja, é uma ameaça que apenas o é, se:
Não há dúvida que os utilizadores são um dos elos mais fracos da Segurança de Informação, mas neste caso, apenas utilizadores com o perfil acima indicado são potenciais vítimas - quer se tratem de utilizadores Mac OS X ou outro qualquer sistema.
A segunda ameaça, dá pelo nome de OSX.TrojanKit.Malez (ou OSX.Lamzev.A) é ume ferramenta que permite que um conjunto de atacantes instale um backdoor no sistema. Esta é uma ameaça muito relativa pois exige que o atacante tenha acesso físico ao sistema e que possa instalar a aplicação.
Portanto, se os utilizadores da plataforma Mac OS X seguirem um conjunto de boas práticas de segurança mínimas, tais como:
Será possível manter a segurança e integridade do sistema Mac OS X - aliás, estas regras aplicam-se igualmente a qualquer outro sistema.
Não creio (aliás como disse acima) que a plataforma Mac OS X seja a mais segura do Mundo. Mas decerto também não é a mais insegura... e algumas das "ditas" vulnerabilidades descobertas exigem uma conivência e cooperação total do utilizador para com as mesmas para que possam causar "estragos".

Como já tinha dito por aqui, a bateria do meu Macbook Pro não andava bem. Depois de uma conversa com o suporte da Apple, fiquei a saber que poderia trocar gratuitamente a minha bateria, num centro autorizado da Apple.
Resolvi aproveitar, e aproveitei para fazer um upgrade ao meu disco. Assim, substituí o meu disco de 120 GB (já a rebentar pelas "costuras") por um novo disco de 320 GB. E agora sim, há espaço a valer...
Comprei o disco online, e depois a um centro de serviço autorizado Apple em Portugal para proceder à troca. Poderia tê-lo feito eu mesmo, mas o processo de troca no Macbook Pro é complexo, pois o disco está num local muito pouco acessível. É necessário desmontar o portátil, para montar o disco. A Apple deveria ter pensado nisto, e ter concebido um sistema para o Macbook Pro semelhante ao do Macbook. Enfim, talvez numa versão futura.
Depois de uma tentativa na assistência técnica da Interlog, debati-me com algumas dificuldades:
Ok, resolvi esquecer a Interlog. Tentei a Netcetera, nas Amoreiras.
Fiquei agradavelmente surpreendido. O atendimento é 5 estrelas. Conseguiram resolver o meu problema, dando-me estimativas exactas do tempo que demoraria assim como do preço.
Assim, o que se passou foi o seguinte:
Depois foi apenas usar o Time Machine para repor o backup mais recente, importar o email, e estava pronto a funcionar.
Enfim, só posso dizer bem do excelente serviço e do suporte oferecido pela Netcetera, e recomendar o mesmo a quem precise de recorrer a serviços técnicos da Apple.
Parabéns à Netcetera, e obrigado!
Disclaimer: Este post ilustra apenas a minha experiência pessoal com a versão Beta do OpenOffice 3 para Mac OS X, o que significa que outros utilizadores poderão ter experiências diferentes.
Ok, feito isto, vamos lá então...
Em primeiro lugar, o OpenOffice (mais precisamente, o NeoOffice) tem sido a minha plataforma Office de eleição para a plataforma Mac, desde que mudei do ambiente PC, há cerca de 1 ano e meio atrás. Utilizo-o com frequência para processamento de texto e para folha de cálculo. Só não uso para apresentações, pois o Keynote, continua a ser (em minha opinião, melhor).
Desde que a Microsoft introduziu o Microsoft Office 2008 for Mac (e principalmente depois do SP1), que apareceu um novo competidor de peso no mercado de aplicações de produtividade para a plataforma Mac/Intel. É de facto um bom produto, que ainda por cima é parecido com a versão em Windows (importante para quem é um switcher).
Recentemente resolvi experimentar a nova versão do OpenOffice 3 (a primeira versão OpenOffice nativa para Mac, pois as anteriores necessitam do X11), e foi uma agradável surpresa. Promete ser muito bom e traz algumas funcionalidades que são muito interessantes. A saber (pelo menos as que considero mais relevantes):
É uma versão promissora, mas que ainda tem algum caminho (e desenvolvimentos) pela frente. Assim, como aspectos negativos desta nova release beta do OO3, saliento a velocidade (ou a falta de), e a renderização dos documentos (que continua a ser muito precária). Mas estou convencido que a versão final, quando sair, será bem melhor.
Para já, fico com o NeoOffice. É veloz, e acima de tudo compatível com o OpenOffice.
Depois do grande sucesso que foi o lançamento do Firefox 3, fiquei um pouco desapontado por verificar que continua a faltar o suporte para visualizar PDFs "inline" (dentro da janela do browser, sem ter que recorrer a uma aplicação externa) em Mac OSX.
Felizmente isso acabou. Acabei de descobrir, através do site Mac OSX Hints, uma extensão (firefox-mac-pdf) que permite abrir e visualizar os PDFs directamente na janela do Firefox 3.

Esta extensão, usada em conjunto com a extensão PDF Download, são sem dúvida duas ferramentas muito úteis, no ambiente Mac OSX para lidar com PDFs.