Eu e o iPhone 3G

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Foi desta. Aproveitei que o contrato da Vodafone estava a chegar ao fim para voltar a "negociar" e comprei um iPhone 3G de 16GB - era algo que já pretendia fazer e que foi (mais ou menos) uma decisão ponderada.


Até ao momento, o que vos posso dizer é que o mesmo excede as minhas expectativas, salvo um ou outro detalhe que ainda me irritam profundamente, e que não percebo porque raio a Apple não implementou ainda - pois tratam-se meramente de detalhes de software.


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Quase todos estes detalhes negativos têm que ver com uma funcionalidade fundamental num telemóvel/smartphone hoje em dia - o SMS. Assim, ficam desde já avisados os potenciais compradores de iPhone, que a Apple implementou a troca de mensagens de SMS como se tratasse de uma conversação no iChat, o que tem vantagens por um lado - como poder seguir facilmente o histórico de SMS enviados e recebidos, mas por outro lado não é possível efectuar duas operações relacionadas com SMS. A saber, estas operações são as seguintes:




  • Enviar um contacto por SMS: quantas vezes já vos aconteceu terem um contacto no vosso telefone e quererem enviar esse mesmo contacto para outra pessoa por SMS. Pois no iPhone, isso não é possível. O software não nos deixa enviar contactos por SMS.


  • Fazer forward de um SMS: ou seja, vocês recebem um SMS de alguém, e querem enviar esse mesmo SMS para outras pessoas - pois não conseguem. É uma funcionalidade que a Apple não implementou.


O meu maior problema é que nem na Apple App store consigo encontrar software que implemente estas funcionalidades.


Existem algumas alternativas (ChinSMS, weSMS), mas ambas requerem que o iPhone esteja desbloqueado.


Bolas.



The Mac Giving Tree

Nesta quadra natalícia, esta iniciativa da Macheist parece-me muito adequada.


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A mim calhou-me em sorte o Enigmo 2 e o Synergy.


Welcome to Macintosh - The documentary for the rest of us.

Vi isto no blog do Pedro Aniceto. Não resisti a colocá-lo aqui igualmente. Um documentário que conta um pouco mais desta "cultura" Apple e Macintosh, que recentemente partilho.



Os principais momentos do Steve Jobs

Vale a pena ver isto para ter uma ideia da história da Apple e das keynotes do Steve Jobs.


Não se fala de outra coisa...

... por toda essa blogosfera. Steve Jobs não vai estar presente na Keynote do MacWorld 2009 e a Apple anunciou oficialmente que vai deixar de estar presente em eventos futuros. A Apple anunciou igualmente que não vai estar presente num conjunto de outros eventos a nível mundial.


Como não poderia deixar de ser muitos são os rumores que se levantam, e como não poderia deixar de ser o próprio estado de saúde do Steve Jobs acabou por saltar novamente para a ribalta. No entanto, não me parece que se este seja o principal motivo - aliás, não me parece que seja "o motivo", de todo!


O que se passa é que a Apple está a deixar de ser cada vez mais uma marca que tinha um segmento de mercado muito especializado, vocacionado essencialmente para os "apreciadores" e "seguidores" fiéis da marca, que a idolatravam, para se concentrar em segmentos mais genéricos. A Apple está a crescer...


Este crescimento é provocado, não apenas pelo sucesso de produtos como a linha de Macbook e por um produto "estrela" - o iPhone - mas igualmente por algum "abrandar" do gigante de Redmond, que teve (e continua a ter) problemas com um sistema operativo que está longe de ser a "continuação" natural do bem sucedido Windows XP. Este crescimento da Apple vai obrigar a mesma a estar um pouco mais próxima dos clientes, directamente através das diversas Apple stores abertas um pouco por toda a parte e igualmente pela sua loja online.


Por outro lado, não nos podemos esquecer da crise que está aí ao virar da esquina e que atinge já em força algumas empresas tecnológicas. A Apple não deve ser excepção à regra. E com isto procura cortar um pouco os seus custos operacionais - 2009 será certamente um ano difícil.


Mas claro, isto são apenas uns bitaites.. como toda a gente os manda, eu também resolvi fazê-lo.




Chrome já não é Beta

Numa jogada sem precedentes para os lados da Google, o browser web da Google, o Chrome, deixou de ser um produto Beta. Isto é muito estranho, pois normalmente os produtos/serviços desenvolvidos pela Google estão na sua fase Beta durante muito tempo. Basta olhar para o próprio Gmail, que ainda está em Beta.


De qualquer forma o Chrome é um browser bastante promissor, leve e de uma simplicidade tal, à semelhança do que a Google já nos habituou. É por isso bastante atraente.


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Outros aspectos bastante positivo são a sua velocidade, o facto de usar componentes de outros browsers (Webkit, e Firefox) e de ser open-source.


Agora, aguardo impacientemente por uma versão para Mac OS X. Google, isso está para breve ou não?


MacUpdate Holiday Bundle

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O site MacUpdate está a oferecer a oportunidade única de utilizadores Mac OS X poderem adquirir um conjunto de aplicações a um preço muito (mesmo muito) especial - cerca de 50 dólares (algumas destas aplicações, individualmente custam muito mais do que isto).


As aplicações que fazem parte deste "pacote" são as seguintes:




Se puderem e quiserem, aproveitem esta promoção.


O iPhone continua em alta

Estes números, a confirmar serem reais , demonstram que a Apple e o iPhone são mesmo um caso à parte. Numa altura de crise, que tem igualmente vindo a assolar a indústria dos smartphones, o iPhone conseguiu aumentar a sua quota de mercado em cerca de 327% no Q3.


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Impressionante.


(PS: não vejo a hora de ter o meu também)


E mais vez, os vírus em Mac OS X...

Esta semana voltou a "estalar" a polémica sobre os vírus para a plataforma Mac OS X, isto porque a Apple "publicou" na sua KB uma recomendação para a utilização/instalação de múltiplos produtos anti-vírus por parte dos utilizadores Mac.



Apple encourages the widespread use of multiple antivirus utilities so that virus programmers have more than one application to circumvent, thus making the whole virus writing process more difficult.



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E mais uma vez muito se disse e escreveu sobre esta questão, algumas asneiras, e alguma informação "pobre". No entanto o artigo mais esclarecido que li sobre o assunto foi este.


Para quem tem curiosidade sobre este assunto, vale a pena lerem.


Problema aborrecido entre o Firefox 3 e o Google Maps

Não sei se alguém já reparou, mas em Mac OS X não é possível usar correctamente o Google Maps a partir do Firefox 3. Isto porque o botão direito do rato não permite activar o menu de contexto, que permite por exemplo indicar o ponto de partida e de chegada de uma rota que estamos a tentar encontrar.


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Não sei se o problema é do Firefox para Mac, ou se o problema reside no Google Maps, ou ainda na Apple. Já agora, e por curiosidade, no Opera para Mac também não funciona.


Alguém tem mais algum detalhe sobre isto?


Safari


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Firefox


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Opera


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Virus em Mac OS X

Esta semana esteve outra vez em foco a questão dos vírus para a plataforma Mac. Mais uma vez, alguns dos media resolveram empolar exageradamente o tema, confundindo os utilizadores com alguma informação mal trabalhada.


É inegável que não existem plataformas computacionais e consequentemente sistemas que sejam 100% seguras e resistentes a ataques, e que neste aspecto a plataforma Mac tem vindo a crescer em popularidade e assim a assumir-se como uma maior potencial vítima de novos ataques - é uma inevitabilidade.


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As duas ameaças que foram identificadas esta semana, apesar de poderem ser sérias, exigem a colaboração total do utilizador. Ou seja, para poderem de facto infectar a plataforma Mac, o utilizador terá que conscientemente (ou inconscientemente) instalar software de uma fonte menos recomendada.


A primeira ameaça, designada por OSX.RSPlug.D, actua como um servidor remoto e permite que um atacante possa descarregar código malicioso para o sistema infectado. Esta ameaça aparece disfarçada sob a forma de um codec que necessita de ser instalado no sistema do utilizador para que o mesmo possa aceder a conteúdos pornográficos. Ou seja, é uma ameaça que apenas o é, se:




  1. O utilizador navegue frequentemente por sites de conteúdos pornográficos;


  2. Que esteja conscientemente a tentar aceder a esse mesmo material pornográfico;


  3. Que instale o software no seu sistema sem confirmar a sua proveniência;


  4. Que forneça as suas credenciais de administrador do sistema para proceder à instalação.


Não há dúvida que os utilizadores são um dos elos mais fracos da Segurança de Informação, mas neste caso, apenas utilizadores com o perfil acima indicado são potenciais vítimas - quer se tratem de utilizadores Mac OS X ou outro qualquer sistema.


A segunda ameaça, dá pelo nome de OSX.TrojanKit.Malez (ou OSX.Lamzev.A) é ume ferramenta que permite que um conjunto de atacantes instale um backdoor no sistema. Esta é uma ameaça muito relativa pois exige que o atacante tenha acesso físico ao sistema e que possa instalar a aplicação.


Portanto, se os utilizadores da plataforma Mac OS X seguirem um conjunto de boas práticas de segurança mínimas, tais como:



  1. Nunca utilizar o sistema como "superuser";


  2. Evitar sites de conteúdo duvidoso;


  3. Evitar instalar software de fontes desconhecidas;


Será possível manter a segurança e integridade do sistema Mac OS X - aliás, estas regras aplicam-se igualmente a qualquer outro sistema.


Não creio (aliás como disse acima) que a plataforma Mac OS X seja a mais segura do Mundo. Mas decerto também não é a mais insegura... e algumas das "ditas" vulnerabilidades descobertas exigem uma conivência e cooperação total do utilizador para com as mesmas para que possam causar "estragos".






Cuidado com o update 10.5.5 (Mac OS X Leopard)

Ontem ao final do dia, tive o mais estranho dos problema com o meu Macbook Pro. Algo que nunca me tinha acontecido até então, apesar de, de quando em vez ter os seus "freezes". Nada que um restart (mesmo à bruta) não tivesse resolvido.


Passo a explicar o que aconteceu...


Ontem, quando saí do meu gabinete no ISCTE para ir dar uma aula, fechei a tampa do Mac, como habitual, o mesmo entrou em stand-by (sleep mode), e quando cheguei à sala de aula, abri a tampa e o sistema "acordou". Pediu a introdução do login e da password, como era habitual, e passados poucos segundos, o computador pura e simplesmente desligou-se. Assim, sem mais nem menos...


Achei aquilo muito estranho, e tentei ligar de novo o computador. O mesmo começava a arrancar, por vezes mesmo depois do login, e voltada a desligar-se. Tentei por diversas vezes, com bateria, sem bateria, com bateria e alimentação e o resultado era sempre o mesmo.


Era estranho ser um problema de bateria, pois a mesma estava carregada a 100% e em excelentes condições - pois fora trocada à pouco tempo. Seria um problema de hardware, o que eu achava estranho, pois nada de excepcional tinha ocorrido com o mesmo.


Fiquei a saber no processo de experimentação, que não devemos usar o Macbook Pro sem a bateria, pois existem determinadas funções do portátil que depende da mesma. Isto foi algo que li num forum, mas não confirmei a partir de um fonte mais oficial.


Quando mais tarde cheguei a casa, o problema persistia... ou seja, ligava, e ele desligava-se automaticamente.
Até que resolvi experimentar algo, que não sei porquê, parece ter resultado:



  1. Retirei a bateria;
  2. Liguei o Macbook Pro à alimentação;
  3. Introduzi a bateria;
  4. Liguei o Macbook Pro.

Para minha surpresa, tudo voltou aparentemente ao normal. Deixei o mesmo toda a noite ligado, a fazer backups, e nem uma única vez foi abaixo. Usei igualmente o mesmo, apenas em modo bateria, e tudo funcionou na perfeição.


Depois de esgravatar um pouco na web e nos fóruns (aqui e aqui), descobri que existem pessoas com o mesmo tipo de problemas que eu, e tudo aponta para que seja um problema introduzido pelo mais recente update do Leopard (10.5.5). Apesar de isto ainda não estar confirmado, o que eu aconselho é a que não instalem ainda o update, e que esperem um pouco mais até que se saiba a verdadeira origem deste problema.

Problemas com Flip4Mac, Mail.app, WMV e QuickTime

Recentemente tenho vindo a ser atormentado por um problema "estranho" que surgiu após ter instalado a versão mais recente do Flip4Mac (2.2.1.11) e do Quicktime (7.5.5).


Antes desta actualização, sempre que recebia emails que continham vídeos em formato WMV anexados, os mesmos eram abertos inline dentro da própria mensagem de email, na Mail.app. Depois da actualização, o que se passa é que essa mesma visualização deixou de existir, e é apenas possível aceder ao áudio do vídeo, obrigando o utilizador a fazer um duplo click no attachment para abrir o vídeo numa aplicação externa - o QuickTime.


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Se o problema fosse apenas este, eu até nem me aborrecia muito... o problema é que, por um motivo que ainda desconheço, a partir do momento que recebo, e abro uma mensagem na Mail.app, que contenha um WMV anexado, a mesma começa a consumir uma quantidade enorme de recursos no sistema... não entendo. E fica assim, durante 2 ou 3 minutos.


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Este é um problema que já foi identificado, mas para o qual ainda não existe solução. A única solução minimamente razoável, consiste na desinstalação do Flip4Mac, e usarmos o VLC para abrir os attachments em formato WMV. Isto tem no entanto um pequeno problema que é o facto de deixarmos igualmente de poder aceder a conteúdos WMV dentro do browser web, nomeadamente no Safari.


Se alguém descobriu outra solução para isto, deixe um comentário aqui.


Upgrade ao Macbook Pro e troca de bateria




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Como já tinha dito por aqui, a bateria do meu Macbook Pro não andava bem. Depois de uma conversa com o suporte da Apple, fiquei a saber que poderia trocar gratuitamente a minha bateria, num centro autorizado da Apple.


Resolvi aproveitar, e aproveitei para fazer um upgrade ao meu disco. Assim, substituí o meu disco de 120 GB (já a rebentar pelas "costuras") por um novo disco de 320 GB. E agora sim, há espaço a valer...


Comprei o disco online, e depois a um centro de serviço autorizado Apple em Portugal para proceder à troca. Poderia tê-lo feito eu mesmo, mas o processo de troca no Macbook Pro é complexo, pois o disco está num local muito pouco acessível. É necessário desmontar o portátil, para montar o disco. A Apple deveria ter pensado nisto, e ter concebido um sistema para o Macbook Pro semelhante ao do Macbook. Enfim, talvez numa versão futura.


Depois de uma tentativa na assistência técnica da Interlog, debati-me com algumas dificuldades:




  1. Primeiro, só para trocar a bateria, queriam que o portátil lá ficasse 24 horas para testes, e só depois de verificarem o problema é que procediam à encomenda da bateria, que poderia demorar algum tempo (não me conseguiram dar uma estimativa do tempo necessário);


  2. Depois não procediam ao upgrade da drive do MBP, a não ser que comprasse o disco na Interlog, e também não me conseguiram estimar o custo nem o tempo.


Ok, resolvi esquecer a Interlog. Tentei a Netcetera, nas Amoreiras.


Fiquei agradavelmente surpreendido. O atendimento é 5 estrelas. Conseguiram resolver o meu problema, dando-me estimativas exactas do tempo que demoraria assim como do preço.


Assim, o que se passou foi o seguinte:



  1. Combinei um dia, e levei o MBP, assim como o disco novo, da parte da manhã à Netcetera;


  2. Durante o dia, procederam à troca do disco, assim como avaliaram o programa da bateria e procederam à encomenda da mesma;


  3. No final do mesmo dia, fui buscar o portátil, com o disco novo, e com o Leopard já instalado;


  4. No dia seguinte fui buscar a bateria apenas.


Depois foi apenas usar o Time Machine para repor o backup mais recente, importar o email, e estava pronto a funcionar.


Enfim, só posso dizer bem do excelente serviço e do suporte oferecido pela Netcetera, e recomendar o mesmo a quem precise de recorrer a serviços técnicos da Apple.


Parabéns à Netcetera, e obrigado!





Olha, ... já está!

Demorou alguns meses, foi mais difícil, mas eis que o iPhone Software 2.0, já foi "hackado".


Aguarda-se a resposta da Apple.


Evento iPhone Vodafone e o pixel queimado

Ontem não resisti ao convite que recebi da Vodafone e fui ao evento de lançamento do novo iPhone na Action Store no Parque das Nações. Confesso que não esperava muito, nem nunca liguei muito a este tipo de eventos, mas até tinham um cocktail interessante, caras conhecidas, e muitos jornalistas. Ou seja um ambiente bem controlado em contrate com a multidão que esperava à porta pela promessa de um sorteio de não sei quantos iPhones.
Como os convidados não tinham direito ao sorteio, lá me tive que resignar a comprar o dito brinquedo, desculpem ferramenta de trabalho. Fui dos primeiros 25 a adquirir o dito iPhone (e paguei bem por isso). Tudo decorreu bem e sem problemas. Apenas demorou um pouco por não ser cliente Vodafone. A activação, não é novidade, tem que ser feita na loja por intermédio do iTunes. Não sei se isso é também novidade em relação à versão anterior, mas quem tiver um segundo SIM, ou mais, e o queira usar, terá também que o activar para o iPhone por intermédio do iTunes. Por isso a Apple fica com um registo da associação de todos os SIMs para um dado iPhone...
Depois da compra efectuada e já ao sair da loja, reparei num pixel queimado no display. Fiquei um pouco apreensivo, pois alguns fabricantes de displays consideram que é admissível uma dada taxa de pixeis queimados, incluindo essa taxa nas características técnicas. Mas os meus receios eram infundados e a Vodafone trocou o iPhone por um outro sem questionar.
E agora vamos a ele...

Bateria do MacBook Pro "morre" sem avisar

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Comprei o meu MacBook Pro no início de Janeiro de 2007.


Não tive qualquer problema com o mesmo, e tudo corria bem. Até que de repente comecei a notar algo estranho com o mesmo. Quando em modo bateria, quando a bateria chegava aos 20% carga, o MBP, pura e simplesmente ia abaixo, sem qualquer aviso de bateria com pouca carga.


Para além disso, uma bateria que no início, dava para 2,5 a 3 horas de duração, agora aguenta pouco mais de uma hora.


Uma consulta ao System Profiler revelou o seguinte:



Charge Information:


Charge remaining (mAh): 3723


Fully charged: Yes


Charging: No


Full charge capacity (mAh): 3723


Health Information:


Cycle count: 205


Condition: Check battery


E usando o software coconutBattery, revelou que a capacidade original da bateria era de 5500 mAH. Ou seja, a bateria já só está a aguentar 67% da capacidade original. Mas, o que me aborrece mesmo, é que ao fim de 19 meses, o sistema não me avisar e pura e simplesmente desligar.


Olhei para a página de suporte da Apple, e verifiquei que tinham um programa de trocas de baterias, pois algumas baterias estavam de facto defeituosas. Infelizmente, o problema não se reportava ao número de série da minha bateria.


Tenho o firmware da bateria actualizado, e tentei igualmente calibrar a bateria. Isto não produziu qualquer resultado.


Finalmente, resolvi tentar contactar a suporte da Apple em Portugal, a ver se tinha sorte.


Depois de uma longa conversa com o operador, lá recebi a autorização para proceder à troca da minha bateria do MBP. Parece que esta também é das defeituosas. Agora é só ir a um representante Apple em Portugal (vou à Interlog), e proceder à troca - que não sei quanto tempo vai demorar.


Mas pronto, valeu a pena tentar.


Se alguém está com problemas semelhantes, experimentem a via suporte Apple em Portugal . Pode ser que tenham sorte.



OpenOffice 3 Beta em Mac OS X

Disclaimer: Este post ilustra apenas a minha experiência pessoal com a versão Beta do OpenOffice 3 para Mac OS X, o que significa que outros utilizadores poderão ter experiências diferentes.


Ok, feito isto, vamos lá então...


Em primeiro lugar, o OpenOffice (mais precisamente, o NeoOffice) tem sido a minha plataforma Office de eleição para a plataforma Mac, desde que mudei do ambiente PC, há cerca de 1 ano e meio atrás. Utilizo-o com frequência para processamento de texto e para folha de cálculo. Só não uso para apresentações, pois o Keynote, continua a ser (em minha opinião, melhor).


Desde que a Microsoft introduziu o Microsoft Office 2008 for Mac (e principalmente depois do SP1), que apareceu um novo competidor de peso no mercado de aplicações de produtividade para a plataforma Mac/Intel. É de facto um bom produto, que ainda por cima é parecido com a versão em Windows (importante para quem é um switcher).


Recentemente resolvi experimentar a nova versão do OpenOffice 3 (a primeira versão OpenOffice nativa para Mac, pois as anteriores necessitam do X11), e foi uma agradável surpresa. Promete ser muito bom e traz algumas funcionalidades que são muito interessantes. A saber (pelo menos as que considero mais relevantes):




  1. Diferentes visualizações dos documentos, em particular, a possibilidade de visualizar 2 páginas em simultâneo;


  2. Possibilidade de visualizar as notas introduzidas nos documentos, imediatamente na margem do nosso documento;


  3. Suporte melhorado para OOXML (embora isto não me interesse muito), melhorando a compatibilidade com outras suites de office;


  4. A compatibilidade com plataformas Windows e Linux (em especial através de formatos de ficheiro normalizados ISO - ODF).


É uma versão promissora, mas que ainda tem algum caminho (e desenvolvimentos) pela frente. Assim, como aspectos negativos desta nova release beta do OO3, saliento a velocidade (ou a falta de), e a renderização dos documentos (que continua a ser muito precária). Mas estou convencido que a versão final, quando sair, será bem melhor.


Para já, fico com o NeoOffice. É veloz, e acima de tudo compatível com o OpenOffice.



Firefox 3 e os PDF em Mac OSX

Depois do grande sucesso que foi o lançamento do Firefox 3, fiquei um pouco desapontado por verificar que continua a faltar o suporte para visualizar PDFs "inline" (dentro da janela do browser, sem ter que recorrer a uma aplicação externa) em Mac OSX.


Felizmente isso acabou. Acabei de descobrir, através do site Mac OSX Hints, uma extensão (firefox-mac-pdf) que permite abrir e visualizar os PDFs directamente na janela do Firefox 3.


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Esta extensão, usada em conjunto com a extensão PDF Download, são sem dúvida duas ferramentas muito úteis, no ambiente Mac OSX para lidar com PDFs.


Mac OS X 10.5.2 - começa a ser uma dor de cabeça!

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Pois é, ter a versão do Mac OS X 10.5.2, começa, não apenas para mim, mas para muitos outros utilizadores Mac, a ser uma séria dor de cabeça. O motivo é simples. Existe um problema estranho que afecta quem tenha instalado o 10.5.2, especialmente na série MacBook Pro. O problema é tão simples, como irritante. O computador pura e simplesmente deixa de responder (freeze). O rato deixa de funcionar, assim como o teclado, e a única forma de resolver o problema é simplesmente efectuar um hard-reset à máquina. Isto não é o mesmo que o kernel-panic, que por vezes também acontece. É algo totalmente diferente e aleatório.


No meu caso, isto acontece, de forma perfeitamente aleatória (a ler o email, a navegar na Internet, a programar, etc.), quando o uso o MacBook Pro sem alimentação externa (apenas em modo de bateria), mas pode ser diferente noutros casos.


Inicialmente pensei que se tratasse de um problema só meu, mas de depois de pesquisar um pouco mais, descobri que existem muitos mais utilizadores a queixarem-se deste mesmo problema.


Só espero que a nova versão 10.5.3, que já se anuncia por aí, venha igualmente resolver este problema, que é mesmo chato.